
Ontem sucumbi! Não pude comparecer à aula! Estou com uma infecção de garganta misturada com uma virose....(tudo junto e misturado, rs) que me deixa trancafiada em casa, presa na minha cama, como se não houvesse amanhã... A fraqueza é o pior dos sintomas, mas estou melhorando e em breve poderei contar o que "anda rolando" pela PUC...Mas já que estou por aqui, não ficaremos sem poesia nem um dia. Segue um trecho do Caio Fernando Abreu que traduz muito o que sinto agora:
"Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada."
"Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada."
E uma fotinho minha, como dizedora de poesias....


